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.: Levas-me? :.
À conquista do pentacampeonato regional da Zona Norte, do seu primeiro título nacional e da Taça de Portugal — foi com este espírito ‘guerreiro’ que a equipa de basquetebol em cadeira de rodas da APD Braga se apresentou para a nova temporada desportiva. Um projecto ambicioso apoiado pelo novo Patrocinador Oficial Braga Parque e pelos Parceiros Hospital Privado de Braga, Holmes Place e Invacare.
Envolvidos num ambiente mágico, de grande animação e amizade entre todos os presentes, atletas, directores, técnicos, patrocinadores e adeptos, a APD Braga – Braga Parque apresentou ontem a sua equipa de basquetebol cadeira de rodas para a nova época do Desporto Adaptado. E o pavilhão gimnodesportivo da Universidade do Minho, Pólo de Gualtar, foi pequeno para tamanha ambição demonstrada. O sonho da APD Braga é fazer este ano a ‘dobradinha’ na modalidade, a nível nacional. O que seria um feito histórico. Mas tendo como céu o limite, João Correia, responsável pela comunicação da equipa, mostrou-se confiante numa época risonha.
“Não é fácil com esta recessão mundial mobilizar entidades para acreditar num projecto que está ligado à área da deficiência. Mas felizmente temos um projecto válido, com resultados e progressão no trabalho, e é um desafio constante não só para nós mas para os próprios patrocinadores a melhorar a qualidade de vida destes atletas e o desporto adaptado em Portugal”, começou por dizer.
“Temos neste momento 14 equipas a nível do campeonato nacional e Braga pelo trabalho que tem desenvolvido nos últimos anos tem conseguido bater-se sempre pelos primeiros lugares. Infelizmente nunca conseguimos trazer para Braga o primeiro título nacional, mas estamos perto. Acreditamos que este ano, com muito trabalho e dedicação, as coisas consigam resultar, não só no campeonato, como na Taça de Portugal”, frisou.
João Correia mostrou-se ainda feliz pelo sucesso com que decorreu a apresentação e presença dos amigos da instituição.
“O nosso segredo é trabalhar em sintonia com os nossos patrocinadores, que considero que fazem parte desta família. E notou-se através deste evento. Não é o simples gesto monetário. Querem estar presentes, participar nos eventos, querem estar nos altos e baixos da equipa, e é isso que marca esta equipa de desporto adaptado. Pela experiência que tenho tido em vários países não vejo esta aproximação em qualquer que seja o país ou o clube”, congratulou-se o responsável de comunicação da equipa.
“A união e verdadeiro espírito de família é um dos nossos grandes trunfos”
Ricardo Vieira (treinador da APD Braga – Braga Parque)
Ricardo Vieira está há oito anos no comando técnico da equipa de basquetebol de cadeira de rodas da APD Braga e vê chegada a hora do clube atingir o ouro nacional, depois do domínio absoluto a nível regional onde são campeões há quatro anos seguidos. “Objectivamente, desejamos ser campeões nacionais, o que seria a primeira vez na história da colectividade, e vencer também a Taça de Portugal. Queremos também continuar na senda dos triunfos regionais da Zona Norte, mas o grande sonho é espreitar o título nacional. No ano passado ficámos em 3.º lugar na 'final four' onde falhámos, por um ponto, a final do título do campeonato”, recordou o técnico.
O segredo da equipa é a união que existe. “Essa é realmente a principal diferença entre a equipa de Braga e as outras equipas. É um grupo constantemente renovado, há sempre gente nova a entrar, mas são sempre bem recebidos e integrados pelos atletas mais antigos. Há uma ligação e isso nota-se nos jogos a união que existe na nossa equipa”, destacou.
O campeonato começa no próximo dia 1 e o primeiro jogo da APD Braga – Braga Parque é frente à formação do Vila Pouca de Aguiar.
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Olá a todos! Vim trazer novidades portuguesas... enfim, acho que o governo não deveria dar valor apenas ao futebol ou futebol de praia etc. com muitos desportos que existem por ai, portugueses que fazem sucesso e nem sabemos.
Beijinhos e fiquem bem.
Susana Feitor, sexta classificada, foi a portuguesa mais bem classificada na final do Grande Prémio de Marcha da IAAF, hoje realizada em Saransk, na Rússia, numa prova que contou também com a presença de Vera Santos e Inês Henriques.
A prova de 10 km, disputada por oito das 12 atletas apuradas para esta final, ao longo das diversas competições realizadas ao longo da época, e por várias marchadoras russas, foi dominada por estas.
A vitória sorriu a Tatyana Mineyeva, que percorreu o percurso em 42.04 minutos, novo recorde europeu júnior da distância.
A norueguesa Kjersti Platzer, terceira na prova, foi a vencedora desta final do Grande Prémio, com 42.51. Ganhou um prémio monetário de 30 mil dólares, naquela que foi a última prova da sua carreira.
Susana Feitor foi a sexta entre as atletas do Grande Prémio, com 44.23, seguida de Vera Santos (7ª) e de Inês Henriques (8ª).
A prova masculina foi ganha pelo russo Andrey Ruzavin, com 38.17, novo recorde mundial júnior. O mexicano Eder Sanchez, terceiro classificado na prova, com 38.57, foi o primeiro entre os atletas do Grande Prémio.
Informações: O Jogo

Vera Santos, Susana Feitor e Inês Henriques estão de parabéns pelos fantásticos resultados alcançados esta manhã para a marcha atlética portuguesa junto às portas de Brandenburgo, o principal simbolo histórico da cidade de Berlim. Vera Santos chegou ao fim dos 20 km na 5º posição, lugar de finalista, o primeiro obtido por um atleta português nestes Mundiais. Susana feitor e Inês Henriques terminaram juntas no 10º e 11º lugar, respectivamente. Mas vamos à prova... Numa manhã quente ( 30 graus no fim da prova ) e húmida ( entre os 30 % e 40% de humidade relativa do ar) , num percurso repleto de públicou que vibrou com as emoções da corrida, lançaram-se à estrada 48 atletas, numa prova que se previa aberta para os lugares do pódio, mas que tinha uma favorita indiscutível : a campeã olimpica e mundial, a russa Olga Kaniskina. O ínicio da corrida foi lento, com os primeiros cinco quilómetros a serem percorridos por um grupo ainda muito compacto de atletas acima dos 23 minutos. Depois do ínicio conservador em que ninguém assumiu a lideranca, acabou mesmo por ser Olga Kaniskina a vir para a frente abrindo um espaço para as restantes atletas. Até aos 10 km a perseguição á russa ficou a cargo da sua compatriota Anisya Kirdyapkina e da vice campeã olimpica Kjersti Platzer. As portuguesas seguiam a meio da prova num grupo mais atrasado ainda muito juntas prespectivando-se já nesta altura um bom resultado para as cores lusas ( Vera rolava no 6º lugar, a Inês no 13º, e a Susana no 16º). A segunda metade da prova não alterou a frente da corrida e com uns 10 km finais muito fortes a campeã olimpica de 24 anos acabou por renovar o seu titulo mundial, percorrendo os 20 km no bom tempo de 1h28.09. A luta pelos restantes lugares do pódio teve outras protagonistas nesta segunda metade. A norueguesa e a segunda russa ficaram tapadas por faltas e cederam a luta pelo pódio à irlandesa Olive Loughnane e á chinesa Hong Liu. Platzer acabou mesmo por ser desclassificada e no final foi a irlandesa a mais forte terminando a 47 segundos de Kaniskina (1h28.58). A chinesa chegou pouco depois ( 12 segundos), enquanto que a russa Anisya Kirdyapkina aguentou as duas notas de desclassificação terminado em 4º lugar. Entretanto, Vera Santos passou aos 15 kilometros já em 5º lugar mas teve que na última volta suster a espanhola Beatriz Pascual, o que acabou por conseguir, acabando num fantástico 5º lugar a 26 segundos da 4 classificada (1h30.35) . Susana Feitor e Inês Henriques andaram sempre juntas, apoiando-se mutuamente e acabaram nuns honrosos 10º e 11º lugar (1h32.42 para Susana, 1h32.51 para Inês) . Numa virtual Taça do Mundo a selecção portuguesa teria sido segunda classificada apenas ultrapassada pela formação russa. Excelente!. Destaque, também, para o óptimo lugar de finalista (8º lugar) obtido pela simpática lituana Kristina Saltanovic que vive e treina em Portugal. No fim de duas das três provas de marcha que compõem o programa deste mundial é de realçar o trabalho protagonizado pelas marchadoras portuguesas que juntamente com João Vieira impulsionaram a selecção nacional de atletismo nestes primeiros dias de competição ao obterem os melhores resultados do nosso atletismo, até agora. Uma prova viva dos grandes marchadores que o sector oferece neste momento ao atletismo nacional, tornando a marcha portuguesa uma das grandes potências mundiais. As competições prosseguem até ao próximo Domingo, mas é na Quinta que estarão centradas mais uma vez as nossas atenções com a realização dos 50 km marcha, onde António Pereira e Augusto Cardoso irão defender as cores lusas numa jornada que se deseja ser tão boa como a de hoje para o atletismo nacional.

O piloto Álvaro Parente, do FC Porto, venceu este domingo a segunda corrida da Superleague Fórmula, que decorreu no Autódromo do Estoril.
O português redimiu-se, assim, do despiste que teve na primeira corrida. Já o representante do Sporting, Pedro Petiz, foi obrigado a desistir durante a segunda prova do dia.
Num campeonato liderado pelo Liverpool com 282 pontos, o FC Porto é sexto com 203 pontos. Com 136, o Sporting ocupa o 14.º lugar da tabela classificativa.
Informaçáo: Amizade Lusitana
Olá pessoal! Como sempre um pouco atrasada mas não esquecida, venho aqui dar os parabéns a todos os portistas (Inclusive a mim) por termos ganho essa corrida magnífica que foi no passado Domingo ás 18:05.
Beijinhos e fiquem bem e mais uma vez parabéns.